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domingo, 29 de janeiro de 2023

El cuarto de Tula, se cogio candela


En el barrio La Cachimba se ha formado la corredera
En el barrio La Cachimba se ha formado la corredera
Allá fueron los bomberos con sus campanas, sus sirenas
Allí fueron los bomberos con sus campanas, sus sirenas
¡Ay, mamá! ¿Qué pasó? ¡Ay, mamá! ¿Qué pasó?
En el barrio La Cachimba se ha formado la corredera
En el barrio La Cachimba se ha formado la corredera
Allá fueron los bomberos con sus campanas, sus sirenas
Allí fueron los bomberos con sus campanas, sus sirenas
¡Ay, mamá! ¿Qué pasó? ¡Ay, mamá! ¿Qué pasó?
El cuarto de Tula, le cogió candela
Se quedó dormida y no apagó la vela
El cuarto de Tula, le cogió candela
Se quedó dormida y no apagó la vela
El cuarto de Tula, le cogió candela
Se quedó dormida y no apagó la vela
¡Que llamen a Ibrahim Ferrer, que busquen a los bomberos!
Que yo creo que Tula lo que quiere es que le apaguen el fuego
El cuarto de Tula, le cogió candela
Se quedó dormida y no apagó la vela
Ay, por ahí viene Eliades, en tremenda corredera
Viene a observar el cuarto de Tula que ha cogido candela
El cuarto de Tula, le cogió candela
Se quedó dormida y no apagó la vela
Carlos y Marcos están mirando este fuego
Si ahora no se apaga, se apaga luego, candela
El cuarto de Tula, le cogió candela
Se quedó dormida y no apagó la vela
Puntillita, ve y busca a Marco', pa' que busque al Sierra Maestra
Que vengan para acá rapido que la Tula, mira cogió candela
El cuarto de Tula, le cogió candela
Se quedó dormida y no apagó la vela
Hey, Marcos, coge pronto el cubito
Y no te quedes allá fuera
Llénalo de agua y ven a apagar el cuarto de Tula
Que ha cogido candela
El cuarto de Tula, le cogió candela
Se quedó dormida y no apagó la vela
Tula está encendida, ¡llama a los bomberos!
Tú eres candela, ¡afina los cueros!
El cuarto de Tula, le cogió candela
Se quedó dormida y no apagó la vela
Candela, muchacho
Se volvió loco, Barbarito
¡Hay que ingresarlo!
El cuarto de Tula, le cogió candela
Se quedó dormida y no apagó la vela
El cuarto de Tula, le cogió candela
Se quedó dormida y no apagó la vela
El cuarto de Tula, le cogió candela
Se quedó dormida y no apagó la vela
El cuarto de Tula, le cogió candela
Se quedó dormida y no apagó la vela



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quarta-feira, 14 de dezembro de 2022

A banda Ray Titto e Los Fabulosos Calabares em Anápolis - GO

 

#Hopsland&Co traz mais uma vibe única pra vocês!
SÁBADO | 17 DE DEZEMBRO | 20:00h
A banda Ray Titto e Los Calabares desembarca da capital federal em nossa terra - Anápolis - lupulada.
Uma mistura de rock, folk e country music inigualável.
Com direito a viola clássica, contra baixo acústico e muita, mas muita cerveja boa!
Não tem couvert, não tem ingresso. É apenas a melhor vibe do centro-oeste para os melhores clientes que poderíamos ter.
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domingo, 4 de dezembro de 2022

sexta-feira, 25 de novembro de 2022

A música Guantanamera, seus significados, mistérios e folclores.

  





                                               Ray Titto y Los Fabulosos Calabares no Green Coffe Lounge

A cubana Guantanamera é uma das músicas latinas mais conhecidas do mundo, mas a origem e o significado da composição são incertos. Trata-se de uma manifestação folclórica do povo que vivia nos campos da cidade de Guantánamo, onde fica a base naval dos Estados Unidos.

O que se sabe é que a letra da versão mais famosa é uma adaptação livre dos primeiros versos da obra Versos Sencillos, de José Martí. Já o instrumental foi composto pelo músico Joseíto Fernández.

Mas o que significa guantanamera, exatamente? É o que a gente vai te contar neste texto. Vem ver!



Significado da música Guantanamera


Desde que foi descoberta nos anos 1960, Guantanamera se tornou uma das músicas cubanas mais tocadas no mundo. A composição instrumental é do músico José Fernández Diaz, o Joseíto, que integrava um sexteto em Havana.

Já a letra, como você viu, é livremente baseada nos Versos Sencillos (Versos Sensíveis, em tradução livre) do poeta cubano José Martí.

Ele é reverenciado como um herói nacional devido à sua atuação como mártir na Independência de Cuba do domínio espanhol, ocorrida em 1898.

Assim, a música é considerada como uma canção de revolução e também de paz. Vale lembrar ainda que Guantanamera tem origem popular e foi ganhando várias versões ao longo do tempo.



O que significa guajira e guantanamera?


Vem descobrir de uma vez por todas o significado de guajira e guantanamera.

Guajira

A guajira, também conhecida como punto cubano, punto guajiro ou apenas punto, é um tradicional ritmo popular dos campos cubanos. Tem forte influência musical da região da Andaluzia, na Espanha, com a música feita por mestiços nascidos na América.

A principal característica da guajira é o seu ritmo dançante, com predominância dos instrumentos de cordas e letras com temática rural. Para melhor compreensão, seria o equivalente cubano à moda de viola brasileira.

Além disso, o termo guajiro significa camponês. Era a maneira como os colonizadores espanhóis se referiam aos indígenas da região de La Guajira, entre a Venezuela e a Colômbia, que eram capturados para escravizá-los nos campos.

Assim, guajira tem um significado duplo: tanto pode ser camponesa quanto se referir ao ritmo musical.

Logo, guajira guantanamera pode tanto significar algo como guarija de Guantánamo, em referência ao ritmo musical, quanto camponesa de Guantánamo. No caso da canção, a primeira opção é a mais provável.



Análise da música Guantanamera


Vamos dar uma olhada na versão mais popular de Guantanamera e seu significado?

Guantanamera, guajira guantanamera, (De Guantánamo, guajira de Guantánamo)

Yo soy un hombre sincero, (Eu sou um homem sincero)
De donde crece la palma. (De onde as palmeiras crescem)
Y antes de morir yo quiero (E antes de morrer eu quero)
Cantar mis versos del alma. (Lançar meus versos d’alma)


Como podemos ver, a canção começa seguindo a tradição da guajira. Um homem do campo fala em primeira pessoa sobre a necessidade de expressar seus sentimentos mais profundos antes de morrer.

É interessante notar que a palavra palma (palmeira) pode ter um duplo significado. Isso porque em 1903, o presidente de Cuba, Tomás Estrada Palma, assinou um acordo com Theodore Roosevelt, cedendo a Baía de Guantánamo para servir como base naval dos EUA.

Assim, o poeta também pode estar lamentando o acordo político feito por Palma, que Cuba acusa de ter sido imposto à força, e que desde 1959 é alvo de protestos no país.

Guantanamera, guajira guantanamera (De Guantánamo, guajira de Guantánamo)

Cultivo una rosa blanca (Cultivo uma rosa branca)
En junio como en enero. (Em junho como em janeiro)
Para el amigo sincero, (Para o amigo sincero)
Que me da su mano franca. (Que me estende a mão)


Na estrofe acima, o narrador utiliza a rosa branca — que representa valores como respeito, honra, amor e humildade —, como uma metáfora que simboliza a lealdade entre amigos.

Assim, ele afirma que, seja no inverno ou no verão, ele se mantém leal ao amigo sincero, que estende a mão para ajudá-lo quando precisa.

Guantanamera, guajira guantanamera, (De Guantánamo, guajira de Guantánamo)

Mi verso es de un verde claro, (Meu verso é de um verde-claro)
Y de un carmín encendido. (E de um carmim aceso)
Mi verso es un ciervo herido, (Meu verso é um cervo ferido)
Que busca del monte amparo. (Que busca refúgio na montanha)
Guantanamera, guajira guantanamera (De Guantánamo, guajira de Guantánamo)


Na última estrofe, o poeta utiliza figuras de linguagem que representam seus sentimentos.

Com referências que remetem à difícil vida no campo (o verde da vegetação em contraste com o vermelho do sangue quente), ele expressa o amor pela sua terra e sente-se como um cervo ferido que, revoltado e impotente, busca refúgio.
Os últimos versos também podem ser uma referência ao povo cubano em si, que estaria sofrendo inúmeras injustiças, sem ter a quem recorrer.



Contexto histórico


Surgida no início do século XX, Guantanamera se tornou famosa na década de 1960, quando o popular cantor estadunidense Pete Seeger apresentou a canção em um show em Nova York.
Um pouco antes, em 1959, aconteceu a Revolução Cubana. E uma das reivindicações que o governo cubano tem feito desde então é a saída dos EUA da Baía de Guantánamo, cuja base naval é considerada ilegal.
Dessa forma, a canção é utilizada como um hino de liberdade e como protesto contra a presença dos EUA em solo cubano.
Quem é o autor de Guantanamera?

Precisar um autor para a música Guantanamera original é tarefa quase impossível. Como vimos, a canção surge do folclore popular e, então, ganha inúmeras versões ao longo do tempo.

No entanto, historiadores afirmam que Joseíto Fernández foi o primeiro a gravar a canção, com letra adaptada dos versos de José Martí. Em 1928, com apenas 22 anos, o músico criou a melodia para Guajira Guantanamera, como a música se chamava na época.

Sobre a repercussão, ele comentou que “muitos pensam que nasci em Guantánamo, outros pensam que sou camponês e, sem dúvida, nem uma coisa e nem outra”.
Sucesso em Cuba

Na época, a guajira era uma febre local e vários compositores criavam suas guajiras para animar os bailes. Joseíto Fernández, então, compôs a Guajira Guantanamera, que se tornou um grande sucesso.

Conta-se que, na década de 40, havia um programa de rádio com tema policial, que alternava a dramatização das cenas com trechos musicais. Ao final de cada parte, era tocado o coro Guantanamera, guajira guantanamera.
Com a popularidade do programa, tornou-se comum as pessoas dizerem cantou uma Guantanamera pra mim, uma expressão que significa me contou um fato triste.



Outras versões da história


O musicólogo Tony Evora afirma que o primeiro a incorporar os versos de Martí na canção foi o compositor espanhol Julián Orbón.
Ele teria sido professor do cubano Héctor Angulo, em Nova York, que mostrou a versão do mestre para Pete Seeger. E, assim, a música ganhou o mundo.


Outras versões que circulam dizem que o autor teria sido um camponês que vivia em Guantánamo. Poeta e radialista, ele encerraria seu programa com uma determinada melodia e, depois, com versos de José Martí, inspirado pela beleza das mulheres da cidade.



A versão do The Sandpipers


Uma das versões mais famosas de Guantanamera é a do grupo estadunidense The Sandpipers. Lançada em 1966, a canção é ligeiramente diferente e traz versos cantados em espanhol e inglês.

A música alcançou o primeiro lugar nas paradas de sucesso dos EUA naquele ano e conquistou sucesso mundial.

Fonte: Analisando letras · Por Renata Arruda

¡El cantante Ray Titto y su guitarra de santería!




A santeria cubana é uma religião da nação Yorubá muito popular não só em Cuba, como em muitos países da América Latina. Isso porque ela representa a fusão entre a tradição folclórica trazida pelos escravos africanos e as práticas católicas impostas pelos colonizadores espanhóis.

Apesar de pesquisadores afirmarem que a utilização de santos católicos era apenas uma maneira de burlar o sistema escravista, a santeria cubana carrega elementos do sincretismo religioso. Além disso, a religião afro-cubano também cultua um Deus superior e divindades sagradas que atendem músicos da noite e todos os seres humanos.


quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Ray Titto e Os Calabares no no Bar Brahma de Brasília



O trio Ray Titto e Os Calabares é composto por cantores e compositores fundadores da extinta banda Rioclaro e que continuam radicados em Brasília, mantendo no repertório as canções autorais da banda. São músicas que fizeram parte de três trilhas de documentários: Abaixando a Máquina 1, Mautner em Cuba, Mais Náufragos que Navegantes, com uma indicação pela Academia Brasileira de Cinema para o prêmio de melhor trilha sonora de 2017, finalista na categoria Rock do Prêmio Profissionais da Música de 2016. Oito delas, nas rádios Nacional FM e Cultura FM. Agora, Ray Titto (voz e violão), Victor Lacombe (voz, bateria), Keu Aragão (percussão e voz) e Michael Moran (voz, violino, mandolin, trompete) continuam com o autêntico Rock Rural do Cerrado no repertório do show dos Calabares. Recheado do folk de toda América, com muita poesia e melodias influenciadas pelos clássicos de Almir Sater, Los Lobos, The Mavericks, Willie Nelson e nas trilhas sonoras dos Western Spaghetti de Ennio Morricone.

O Bar Brahma é, sem dúvida, um dos melhores lugarzinhos para quem pretende degustar bons petiscos em Brasília! Com um ambiente alegre e descontraído, o público encontra um lugar que representa bem o espírito brasiliense, com muita música, cerveja no ponto e comidinhas especiais.
Nesta sexta feira 13, às 19:00
Telefone: (61) 3224-9313 – Endereço: Asa Sul Comércio Local Sul 201 – Asa Sul

Siga Ray Titto e Os Calabares 

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Festival Canta Del Rei - Ray Titto

Naquele dia, contornado por montes mineiros, passamos com nossos instrumentos perto do Bairro Matozinhos. Ali, me perguntei por quê a música exige, sempre com desmedida convicção, que se separe o erudito do popular?

sexta-feira, 3 de maio de 2019

O folk latino do compositor Ray Titto


https://www.instagram.com/raytittoeoscalabares/

https://www.youtube.com/channel/UCFvHlcZFU1ERH6wadJ7etmA/featured

São músicas que fizeram parte de três trilhas de documentários: Abaixando a Máquina 1, Mautner em Cuba, Mais Náufragos que Navegantes, com uma indicação pela Academia Brasileira de Cinema para o prêmio de melhor trilha sonora de 2017, finalista na categoria Rock & Blues do Prêmio Profissionais da Música de 2016. Oito delas, nas rádios Nacional FM e Cultura FM.

sábado, 20 de abril de 2019

Jorge Mautner em “Não há abismo em que o Brasil caiba”



A melhor definição do novo álbum do cantor e compositor Jorge Mautner veio do amigo e colega Péricles Cavalcanti: “Reencontrando, ouvindo e curtindo, agora, o ‘jeito’ Jorge Mautner de compor e cantar (e ‘discorrer’, livremente, sobre tudo!) nesse seu novo álbum, “Não há abismo em que o Brasil caiba”.
Há também uma inversão na frase de Péricles. Na verdade, bem próximo de completar inacreditáveis 80 anos, Mautner também se reencontrou com o seu melhor. Com o velho e bom vigarista Jorge que, ao lado do inseparável parceiro Nélson Jacobina, fez algumas das canções mais luminosas, inusitadas e modernas da nossa música.

“Não há abismo em que o Brasil caiba”, a começar pelo nome, é Mautner no esplendor da criatividade do começo ao fim. O título veio de uma exclamação do filósofo português, Agostinho da Silva, morto em 1994. Em Lisboa, ao ser informado sobre a crise do governo Collor, o filósofo disse: “o Brasil tem um destino tão grandioso, tão grandioso, que não tem abismo que o caiba”.

Discursivo, polêmico, repleto de ‘kaos’ e esperança, o álbum traz um autor reflexivo, desolado e, ao mesmo tempo, exaltando à unha personagens e situações que revigoram e florescem o dia a dia no coração do deserto. Entre elas, a encantadora professora “Catulina”:
Dona Catulina, é uma professora de já certa idade
e ela monta em seu burrico, no jumento
E eles vão trotando 40, 80, 120km
Só pra ela descer do burrico
e ensinar as criancinhas a ler e escrever.
Com saltos entre o ancestral e o contemporâneo, sagrado e profano, injustiça e misericórdia, Mautner relembra e surpreende em uma quase notícia de jornal:
É preciso arrancar
Da medula dos ossos
Dos nervos até a epiderme da pele
Este medonho cancro
Que matou Anderson Gomes
E que matou Marielle Franco

Repleto de referências ao candomblé, religião que encantou o compositor desde cedo, por conta de sua babá Lúcia, que era ialorixá, “Não Há Abismo em que o Brasil Caiba”, foi produzido pelo grupo Tono, que é formado por Bem Gil, Rafael Rocha, Bruno di Lullo e Ana Cláudia Lomelino.
Uma das melhores, mais encantadoras e contundentes canções do álbum é “Bang Bang” onde o poeta e escritor volta ao seu melhor do melhor:
A bala perdida
Lá do bang bang
Abre uma ferida
De onde escorre o sangue
Que se esvai e vai
E a pessoa morre gritando
Ai, ai, ai, ai, ai
É tristeza em tom absoluto
Parece que ninguém se lembra
De Joaquim Nabuco

No final das contas, “Não há abismo em que o Brasil caiba” é mais um belo resumo da capacidade que Jorge Mautner tem em traduzir para todos, de forma alegre e extremamente brasileira, a sua verve e seu conhecimento descomunal em assuntos díspares vindos de todas as partes.

Por Julinho Bittencourt

quarta-feira, 3 de abril de 2019

A dona da ciranda, Lia de Itamaracá



Aos 75 anos, completados em 12 de janeiro deste ano de 2019, Lia de Itamaracá começou a gravar o quarto álbum de discografia espaçada iniciada em 1977 com a edição do LP A rainha da ciranda.
A cantora e compositora pernambucana entrou em estúdio nesta primeira semana de abril, no Recife (PE), para pôr voz em músicas do disco produzido pelo DJ Dolores. Essencialmente inédito, o repertório é formado por músicas como Companheiro da solidão.

O álbum é o primeiro de Maria Madalena Correia do Nascimento – nome de batismo dessa artista nascida em 1944 – desde Ciranda de ritmos(2008). Yuri Queiroga, Lucas dos Prazeres e Benke Teixeira participam do disco.
Para quem não liga o nome à música, Lia de Itamaracá é artista identificada primordialmente com a ciranda, como explicitam os títulos dos discos da cantora. Além deste ritmo associado à dança e às águas de Pernambuco (em especial às da Ilha de Itamaracá), a artista também costuma dar voz a cocos e maracatus.



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terça-feira, 19 de março de 2019

A arte do compositor e violonista Garoto





Garoto nasceu em 1915 na cidade de São Paulo. Morreu de infarto em 1955, na rua Constante Ramos n. 30 apt. 1002, em Copacabana, prestes a completar 40 anos de idade. Apesar de ter tido pouco tempo de vida, é dono de uma biografia espetacular. Foi músico virtuoso e compositor da melhor qualidade. Iniciou sua carreira profissional com cerca de 11 anos de idade. Começou a tocar banjo muito jovem, ficando conhecido como “Moleque do Banjo”. Em pouco tempo, já dominava diversos instrumentos de cordas: violão, cavaquinho, bandolim, guitarra havaiana, guitarra portuguesa, guitarra elétrica e violão tenor. Aliás, foi ele quem introduziu o violão tenor no Brasil. Com apenas 15 anos, em 1930, estreou em disco solo ao lado do violonista Serelepe, interpretando duas músicas próprias, porém, ainda assinando com o nome de Aníbal Cruz. Pouco tempo depois, trocou seu nome artístico para Garoto. Participou de diversos programas de rádio, principalmente na lendária Rádio Nacional do Rio de Janeiro, apresentando-se em inesquecíveis programas, como o Um Milhão de Melodias e o Canção Romântica. Também esteve à frente de programas autorais, como Garoto e seu Violão e o Senhor Violão, só para citar alguns. O músico acompanhou artistas importantes da sua época, entre eles Sílvio Caldas e Carlos Gardel, chegando a trabalhar por oito meses ao lado de Carmen Miranda nos Estados Unidos. 

Juntamente com Chiquinho no acordeom e Fafá Lemos no violino, Garoto formou o famoso Trio Surdina. Trabalhou intensamente tocando em bailes e shows da cidade. Como compositor, fez a trilha sonora para o filme Marujo por acaso e mais duas músicas para o filme Chico Viola não morreu. Na incipiente TV do início dos anos de 1950, Garotoapareceu duas vezes na Tupi de São Paulo. A primeira, como convidado de José Vasconcelos e a outra, quando ele e o maestro e arranjador Radamés Gnattali executaram a versão reduzida do “Concertino n. 2 para violão e piano”4.

Apesar de ter sido um instrumentista virtuoso, um gênio das cordas, Garoto não deixou muita coisa gravada. Por este motivo, não se sabe muito dele como músico. Felizmente, transcreveu todas as suas músicas e arranjos para a partitura musical, o que acabou fazendo do artista uma espécie de “músico dos músicos”, segundo classifica o jornalista João Máximo5. Assim, seu maior legado foram suas composições. Neste quesito, ele dividiu a história do violão moderno em duas partes. E foi a partir das obras de Garoto que houve uma clara mudança nas melodias e harmonias dos compositores das gerações seguintes, engrandecendo a música brasileira. Sem dúvida, o instrumentista pode ser “ouvido” através das suas composições, das suas invenções melódicas e das suas harmonias inusitadas.

Na qualidade de arranjador, Garoto brilhou nos programas de rádio, principalmente em parceria com Radamés Gnattali. Juntos, firmaram a dupla que melhor representa a transição da música popular e da música clássica para, simplesmente, música. Sem rótulos. Os dois se tornaram grandes amigos, passavam férias e fins de semana juntos no sítio que Radamés tinha em Areal, no estado do Rio de Janeiro. Local em que Garoto acabou também construindo uma casa.

Ao contrário de muitos músicos da sua geração, Garoto foi um artista que viveu exclusivamente de música. Trabalhava intensamente para sobreviver. Mesmo assim, sua diversão preferida nos momentos de folga era tocar violão e participar de encontros informais com grandes músicos e compositores como Pixinguinha, Laurindo de Almeida, Luiz Bonfá, Sivuca e muito outros. Radamés conta:

“Ele estava sempre com o violão e dizia: ou o violão me mata ou eu mato ele... Era meio maluco. E eu tocava minha flautinha, o pior flautista do mundo, mas o melhor acompanhado. Ficávamos lá no sítio de noite, tocando choros de Pixinguinha com Alberto Ribeiro no órgão e o Garoto fazendo aquelas harmonias diferentes“6.

Uma das contribuições da obra de Garoto e, para não ser injusto, também das composições deixadas por Custódio Mesquita e Valzinho, foi a formação da incensada bossa-nova. A introdução de acordes dissonantes no violão brasileiro, por exemplo, foi uma delas. Por si só, essa já seria uma das razões para considerá-lo um dos precursores desse movimento. Aqui cabe um parêntese: a palavra “bossa” foi tirada da medicina e incorporada ao cancioneiro popular nos anos de 1930, pelo compositor Noel Rosa. E mesmo Garoto já o havia utilizado, em 1945, quando formou o conjunto “Bossa Clube”. Três anos depois da morte de Garoto, caberia ao baiano João Gilberto e à sua batida diferente apontarem novos rumos para o violão brasileiro. Ressalte-se que João adorava os encadeamentos harmônicos de instrumentista e compositor.


A obra de Garoto é moderna e genial. Em menos de 40 anos de vida, deixou um legado “monumental”, como afirma seu biógrafo Jorge Mello. Ele acrescenta que a obra de Garoto ainda não é “devidamente apreciada e que é uma pequena parte do que produziu ao longo desses anos de atividade artística”7. Não se tem notícia de que Garoto tenha realizado muitas gravações ao violão. Os registros são escassos. Muita coisa ficou perdida nos acetatos da Rádio Nacional ou não foi gravada. Mesmo assim, o músico deixou mais de 200 músicas catalogadas8. Um dos seus sucessos foi o samba-canção Duas contas, música e letra do próprio Garoto. Por muito tempo foi sua canção mais conhecida, sendo uma das poucas obras da música brasileira que não tem rimas, revelando também um letrista sofisticado. Curiosamente, seu sucesso mais popular foi um dobrado, São Paulo quatrocentão, em parceria com Chiquinho do Acordeom. Sua obra como um todo já conta com mais de 600 gravações9.

O fato é que Garoto estava muito à frente do seu tempo. Sua formação foi eclética e requintada. Ouviu muito choro, samba, jazz e música clássica. Adorava Debussy. Sua obra reflete todas estas tendências: moderna refinada e muito brasileira, não se atendo a um brasileirismo que limitaria a própria música. Garoto foi muito mais do que um precursor da bossa-nova. Isto seria reduzi-lo a um gênero em extinção. Sua influência é contagiante, afetando o violão e a música de Baden Powell, passando pela magnífica obra de Tom Jobim e chegando a todas as gerações de artistas que o sucederam. Como afirmou o compositor Guinga, “Ele será bem mais conhecido nos seus 200 anos”. A música brasileira agradece e comemora os 100 anos de Garoto. Todos os músicos têm um pouco dele no coração.

A história da parceria na música Gente Humilde poderia ter sido outra: Vinicius de Moraes, exultante, ao telefone, anunciaria: “agora Garoto é meu parceirinho”. Tom Jobim teria morrido de ciúmes.




4Site www.violaobrasileiro.com

domingo, 17 de março de 2019

Arte - 50 documentários sobre História da Arte gratuitos e online!



Confira a seleção de 50 documentários gratuitos sobre arte, que abordam a vida e a obra de grandes pintores como Michelangelo, Da Vinci, Picasso e Frida, além de alguns períodos que marcaram a História da Arte, como o impressionismo e o renascimento. A maioria dos vídeos tem legendas em português. O NotaTerapia separou as escolhas feitas pelo site Canal do Ensino, mas com pesquisa elaborada pelo blog Alma de Fotógrafo:
Documentários sobre arte

1- Bosch

Jeroen van Aeken, cujo pseudônimo é Hieronymus Bosch, e também conhecido como Jeroen Bosch (‘s-Hertogenbosch, c. 1450 — 9 de Agosto de 1516), foi um pintor e gravador Holandês dos séculos XV e XVI. Muitos dos seus trabalhos retratam cenas de pecado e tentação, recorrendo ao uso de figuras simbólicas complexas, originais, imaginativas e caricaturais, muitas das quais eram obscuras mesmo no seu tempo.

2- Blake

Um dos maiores exemplos do Romantismo, William Blake foi um artista multifacetado. Nos chamados “livros iluminados”, Blake combinou pintura, gravura e poesia, e seus versos estão hoje entre os mais famosos da língua inglesa.

3- Caravaggio

Michelangelo Merisi da Caravaggio (Milão, 29 de setembro de 1571 – Porto Ercole, comuna de Monte Argentario, 18 de julho de 1610) foi um pintor italiano atuante em Roma, Nápoles, Malta e Sicília, entre 1593 e 1610. É normalmente identificado como um artista barroco, estilo do qual foi o primeiro grande representante. Caravaggio era o nome da aldeia natal da sua família e foi escolhido como seu nome artístico.
Passou a envolver-se em brigas, fazer ameaças e insultos em comércios, quebrando pratos em restaurantes e ferindo seus adversários com faca ou espada.

4- Constable

John Constable usou durante toda a vida sua terra natal, Suffolk, como inspiração para suas paisagens. The Hay Wain (A Carroça de Feno), é provavelmente uma das obras mais famosas já criadas por um artista inglês.

5- Courbet

Courbet foi o primeiro artista a pregar que a arte deveria versar sobre o momento, e para tanto usou como modelos pessoas comuns, eliminando qualquer espécie de requinte ou exagero romântico de suas telas.

6- Delacroix

Considerado o maior pintor do romantismo francês, Eugène Delacroix introduziu o romantismo na pintura, equilibrando-se entre a lealdade ao mundo clássico e a urgência em exprimir seus sentimentos e produzindo obras absolutamente originais.

7- Degas

Edgar Hilaire Germain Degas (Paris, 19 de julho de 1834 — Paris, 27 de Setembro, 1917) foi um pintor, gravurista, escultor e fotógrafo francês. É conhecido sobretudo pela sua visão particular no mundo do ballet, sabendo captar os mais belos e súbteis cenários. É ainda reconhecido pelos seus célebres pastéis e como um dos fundadores do impressionismo.

8- Escher

Maurits Cornelis Escher (Leeuwarden, 17 de Junho de 1898 – Hilversum, 27 de Março de 1972) foi um artista gráfico holandês conhecido pelas suas xilogravuras, litografias e meios-tons (mezzotints), que tendem a representar construções impossíveis, preenchimento regular do plano, explorações do infinito e as metamorfoses – padrões geométricos entrecruzados que se transformam gradualmente para formas completamente diferentes. Uma das principais contribuições da obra deste artista está em sua capacidade de gerar imagens com efeitos de ilusões de óptica.

9- El Greco (em espanhol)

Doménikos Theotokópoulos (em grego: Δομήνικος Θεοτοκόπουλος), mais conhecido como El Greco, (“O Grego”; Heraclião ou Fodele, 5 de outubro de 1541 — Toledo, 7 de abril de 1614) foi um pintor, escultor e arquiteto grego que desenvolveu a maior parte da sua carreira na Espanha. Assinava suas obras com o nome original, ressaltando sua origem. Documentário em espanhol dividido em 6 capítulos.

10- Friedrich

Caspar David Friedrich é conhecido como o maior pintor romântico de paisagens. Ao adicionar elementos de profundo teor simbolista às suas obras, Friedrich rompeu com a tradição acadêmica que prezava, acima de tudo, a representação fiel do que era visto.

11- Frida (em espanhol)

Fragmentos de um documentário sobre a vida e obra da pintora mexicana Frida Kahlo, e sua tortuosa relação com o muralista Diego Rivera.

12- Gauguin

O audacioso uso que Gauguin fazia de cores puras e intensas deu às suas telas uma expressividade intensamente pessoal, mas seu trabalho não encontrou receptividade na época. Hoje, entretanto, suas obras estão entre as mais procuradas por colecionadores de arte de todo o mundo.

13- Goya

As imagens sombrias presentes nas pinturas e gravuras de Goya não têm precedentes na história da arte ocidental. Inspirado pelos horrores da guerra e da Inquisição, produziu obras-primas atemporais que lhe garantiram o lugar entre os maiores artistas românticos.

14- Hogarth

William Hogarth foi o primeiro grande pintor originário da Inglaterra, e sua obra retrata com inteligência e técnica brilhante a sociedade inglesa da época. Excelente retratista, também ficou conhecido por suas pinturas históricas.

15- Kandisky

Wassily Kandinsky (Moscou, 16 de dezembro de 1866 (4 de dezembro no calendário juliano, então em vigor na Rússia) — Neuilly-sur-Seine, 13 de dezembro de 1944) foi um artista plástico russo, professor da Bauhaus e introdutor da abstração no campo das artes visuais. Apesar da origem russa, adquiriu a nacionalidade alemã em 1928 e a francesa em 1939.

16- Klimt

Gustav Klimt foi um improvável rebelde no mundo da arte. Seus retratos intensamente sensuais das mulheres vienenses ainda hoje impressionam o apreciador moderno de arte, e sua incomparável técnica decorativa demonstra a disposição de Klimt em buscar inspiração além das fronteiras européias.

17- Leonardo da Vinci

Leonardo di Ser Piero da Vinci, ou simplesmente Leonardo da Vinci7(Anchiano, 15 de abril de 1452[1] — Amboise, 2 de maio de 1519), foi um polímata nascido na atual Itália, uma das figuras mais importantes do Alto Renascimento, que se destacou como cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, pintor, escultor, arquiteto, botânico, poeta e músico.

18- Documentários Online

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19- Manet

Edouard Manet foi um dos mentores do Impressionismo, tomando uma posição firme contra as restrições e convenções dos salões franceses. Uma das grandes obras de Manet é o famoso Bar aux Folies-Bergère. Apesar da aceitação que seu trabalho recebeu no fim de sua vida, morreu ressentido.

20- Michelangelo

Enquanto o restaurador de obras de arte italiano Antonio Forcellino está limpando séculos de sujeira da estátua de Moisés, de Michelangelo, em uma igreja em Roma, ele desvenda um segredo há muito tempo escondido sobre a vida do grande mestre da Renascença.

21- Miró (espanhol)

Joan Miró i Ferrà (Barcelona, 20 de abril de 1893 — Palma de Maiorca, 25 de dezembro de 1983) foi um escultor, pintor, gravurista e ceramista surrealista catalão.

22- Monet

Foi o quadro Impression: soleil levant (Impressão: nascer do sol) de Claude Monet que deu nome ao Impressionismo. Famoso por perceber as mais sutis nuances de cor e luz nas paisagens, Monet produziu obras-primas como as séries Les meules (Montes de feno) e Les nymphéas (As ninféias).

23- Munch

Durante toda a vida, Edvard Munch sofreu as conseqüências de uma infância rodeada de loucura e morte. Chegando à meia-idade, ele mesmo desmoronou completamente, mas nessa época sua obra já havia lhe conquistado fama em toda a Europa.

24- Paul Cézanne

Paul Cézanne (Aix-en-Provence, 19 de janeiro de 1839 — Aix-en-Provence, 22 de outubro de 1906) foi um pintor pós-impressionista francês, cujo trabalho forneceu as bases da transição das concepções do fazer artístico do século XIX para a arte radicalmente inovadora do século XX.

25- Paul Klee

O programa entra na intimidade do artista plástico Paul Klee por meio das páginas de seu diário para entender sua relação com a arte. Através de suas histórias de vida na Alemanha nazista, da vida familiar, da influência de grandes artistas como Kandinski e movimentos como o expressionismo e o cubismo, conhecemos um pouco mais o pintor e entendemos como suas idéias, sua curiosidade e seus métodos o levaram a se tornar um dos maiores pintores do século XX.

26- Picasso (espanhol)

Pablo Ruiz Picasso (Málaga, 25 de outubro de 1881 — Mougins, 8 de abril de 1973), foi um pintor espanhol, escultor, ceramista, cenógrafo, poeta e dramaturgo que passou a maior parte da sua vida adulta na França. Considerado um dos maiores e mais influentes artistas do século XX, é conhecido por ser o co-fundador do cubismo – ao lado de Georges Braque -, inventor da escultura construída, o inventor da colagem e pela variedade de estilos que ajudou a desenvolver e explorar.

27- Pissarro

Pissarro exerceu uma considerável influência no início de carreira de Cézanne e Gauguin, e uma de suas obras-primas é Le Boulevard Montmartre, effet de nuit hoje exposto na National Gallery, em Londres da famosa série de quatorze quadros retratando a vista de seu quarto no Hotel de Russie.

28- Rafaello

Rafael Sanzio (em italiano: Raffaello Sanzio; Urbino, 6 de abril de 1483 — Roma, 6 de abril de 1520), frequentemente referido apenas como Rafael, foi um mestre da pintura e da arquitetura da escola de Florença durante o Renascimento italiano, celebrado pela perfeição e suavidade de suas obras.

29- Rembrandt

Há quem diga que a habilidade de Rembrandt como retratista nunca foi superada, e talvez sua famosa série de auto-retratos seja a melhor demonstração de sua genialidade. Sua produção foi prodigiosa, e dominou com maestria todos os gêneros de pintura, incluindo retratos, paisagens e imagens religiosas.

30- Rembrandt, série Gênios da Pintura

31- Renoir

Pierre-Auguste Renoir (Limoges, 25 de fevereiro de 1841 — Cagnes-sur-Mer, 3 de dezembro de 1919) foi um pintor francês impressionista. Desde o princípio sua obra foi influenciada pelo sensualismo e pela elegância do rococó, embora não faltasse um pouco da delicadeza de seu ofício anterior como decorador de porcelana.

32- Rossetti

A obra profundamente simbólica de Rossetti, de uma beleza ao mesmo tempo pueril e erótica, é considerada um dos maiores feitos artísticos do século XIX por sua originalidade e pela influência exercida nos simbolistas.

33- Rousseau

Henri Rousseau trouxe vitalidade, charme e, principalmente, inocência à arte. Suas imagens em cores vivas de florestas e animais selvagens imaginários são quase infantis em sua execução, mas estão entre as mais fascinantes já produzidas, apesar de suas imperfeições técnicas.

34- Salvador Dali (espanhol)

Salvador Dalí i Domènech, 1º Marquês de Dalí de Púbol (Figueres, 11 de maio de 1904 — Figueres, 23 de janeiro de 1989) foi um importante pintor catalão, conhecido pelo seu trabalho surrealista. O trabalho de Dalí chama a atenção pela incrível combinação de imagens bizarras, oníricas, com excelente qualidade plástica.

35- Salvador Dali, biografia (espanhol)

36- Seurat

George Pierre Seurat foi o inventor da técnica conhecida como pontilhismo, em que uma figura é formada por pequenos pontos de cores básicas que se fundem à distância, e completou apenas sete telas usando essa técnica extremamente complexa, entre elas a magnífica Une baignade, Asnières (Cena de banho em Asnières). Apesar de morrer jovem, Seurat definitivamente teve uma vida cheia de realizações e seu legado para a arte é inestimável.

37- Turner

J. M. W.Turner chegou ao final da vida como o artista mais conhecido da Inglaterra. Demonstrando uma clara preferência pela pintura de paisagens, seu uso de luz e cor é incomparável.

38- Toulouse-Iautrec

Henri de Toulouse-Lautrec foi uma figura trágica na história da arte. A vida boêmia que levou nos bordéis e casas noturnas de Paris forneceu a inspiração para suas melhores obras, e suas ousadas pinturas do famoso Moulin Rouge refletem efetivamente toda a energia da vida noturna da época.

39- Van Gogh

40- Van Gogh, série grandes artistas

41- Van Dyck

42- Vermeer

43- Vermeer, série grandes artistas

44- Velasquez

45. A Arte fez o mundo, O dia que as imagens nasceram

46. A Arte fez o mundo, A arte da persuasão

47. A Arte fez o mundo, Era uma vez

48. Grandes pintores norte americanos

49. Os impressionistas

50. Pinturas do Alto Renascimento

Fonte: http://historiahoje.com/50-documentarios-sobre-historia-da-arte-gratuitos-e-online/

quinta-feira, 14 de março de 2019

Bar Brahma, Ray Titto e Os Calabares



Alegre e repleto de gente reunia em torno do gelado e cremoso chopp Brahma, o Bar Brahma Brasília nasceu monumental. O nome mudou, mas a ideia continua: seguimos simplesmente monumentais. Nos petiscos e sanduíches que dão água na boca. No almoço executivo, cardápio variado e no espetacular buffet de feijoada, sempre lembrando a máxima do eterno Jorge Ferreira: gastronomia simples, mas de qualidade.
E quando a noite acontece, o burburinho mistura os verbos embalados por música da melhor qualidade, que dão ritmo a boemia brasiliense e levam do Samba ao Jazz, do Rock ao Forró, do Baião ao MPB para o palco da Varanda Mais Musical da Asa Sul.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

O Cangaço Como Fenômeno Revolucionário


                                 
 Le Film Qui Révéla Le Cinéma Brésilien Au Monde Entier 
Nos anos 50, O Cangaceiro tinha sido aplaudido pelo público internacional, abrindo as portas do mercado exterior para o cinema brasileiro. A partir da penetração do Cinema Novo e do intenso debate teórico atuado pelos cineastas, todavia, o filme passa a ser percebido como representação superficial e estereotipada da realidade nordestina e do Brasil. Assim, o modo em que as obras como Deus e o diabo na terra do sol superam as expectativas do público europeu, substituindo a imagem exótica do nordeste pela ideia do cangaço como fenômeno revolucionário em campo estético e político – leitura essa que se consolidaria no fim dos anos 60 -, fornece um critério objetivo para determinar o seu valor artístico: a sua eficiência estética evidencia-se pelo fato de que, evocando o horizonte de expectativas instaurado por O Cangaceiro (1953), não se limite a preenchê-lo, mas o descomponha criticamente, abrindo um novo horizonte e colaborando para a formação de novos cânones.

Paula Siega
(uma análise da recepção entre o cinema de Barreto e de Rocha)