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domingo, 29 de janeiro de 2023

El cuarto de Tula, se cogio candela


En el barrio La Cachimba se ha formado la corredera
En el barrio La Cachimba se ha formado la corredera
Allá fueron los bomberos con sus campanas, sus sirenas
Allí fueron los bomberos con sus campanas, sus sirenas
¡Ay, mamá! ¿Qué pasó? ¡Ay, mamá! ¿Qué pasó?
En el barrio La Cachimba se ha formado la corredera
En el barrio La Cachimba se ha formado la corredera
Allá fueron los bomberos con sus campanas, sus sirenas
Allí fueron los bomberos con sus campanas, sus sirenas
¡Ay, mamá! ¿Qué pasó? ¡Ay, mamá! ¿Qué pasó?
El cuarto de Tula, le cogió candela
Se quedó dormida y no apagó la vela
El cuarto de Tula, le cogió candela
Se quedó dormida y no apagó la vela
El cuarto de Tula, le cogió candela
Se quedó dormida y no apagó la vela
¡Que llamen a Ibrahim Ferrer, que busquen a los bomberos!
Que yo creo que Tula lo que quiere es que le apaguen el fuego
El cuarto de Tula, le cogió candela
Se quedó dormida y no apagó la vela
Ay, por ahí viene Eliades, en tremenda corredera
Viene a observar el cuarto de Tula que ha cogido candela
El cuarto de Tula, le cogió candela
Se quedó dormida y no apagó la vela
Carlos y Marcos están mirando este fuego
Si ahora no se apaga, se apaga luego, candela
El cuarto de Tula, le cogió candela
Se quedó dormida y no apagó la vela
Puntillita, ve y busca a Marco', pa' que busque al Sierra Maestra
Que vengan para acá rapido que la Tula, mira cogió candela
El cuarto de Tula, le cogió candela
Se quedó dormida y no apagó la vela
Hey, Marcos, coge pronto el cubito
Y no te quedes allá fuera
Llénalo de agua y ven a apagar el cuarto de Tula
Que ha cogido candela
El cuarto de Tula, le cogió candela
Se quedó dormida y no apagó la vela
Tula está encendida, ¡llama a los bomberos!
Tú eres candela, ¡afina los cueros!
El cuarto de Tula, le cogió candela
Se quedó dormida y no apagó la vela
Candela, muchacho
Se volvió loco, Barbarito
¡Hay que ingresarlo!
El cuarto de Tula, le cogió candela
Se quedó dormida y no apagó la vela
El cuarto de Tula, le cogió candela
Se quedó dormida y no apagó la vela
El cuarto de Tula, le cogió candela
Se quedó dormida y no apagó la vela
El cuarto de Tula, le cogió candela
Se quedó dormida y no apagó la vela



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sexta-feira, 25 de novembro de 2022

A música Guantanamera, seus significados, mistérios e folclores.

  





                                               Ray Titto y Los Fabulosos Calabares no Green Coffe Lounge

A cubana Guantanamera é uma das músicas latinas mais conhecidas do mundo, mas a origem e o significado da composição são incertos. Trata-se de uma manifestação folclórica do povo que vivia nos campos da cidade de Guantánamo, onde fica a base naval dos Estados Unidos.

O que se sabe é que a letra da versão mais famosa é uma adaptação livre dos primeiros versos da obra Versos Sencillos, de José Martí. Já o instrumental foi composto pelo músico Joseíto Fernández.

Mas o que significa guantanamera, exatamente? É o que a gente vai te contar neste texto. Vem ver!



Significado da música Guantanamera


Desde que foi descoberta nos anos 1960, Guantanamera se tornou uma das músicas cubanas mais tocadas no mundo. A composição instrumental é do músico José Fernández Diaz, o Joseíto, que integrava um sexteto em Havana.

Já a letra, como você viu, é livremente baseada nos Versos Sencillos (Versos Sensíveis, em tradução livre) do poeta cubano José Martí.

Ele é reverenciado como um herói nacional devido à sua atuação como mártir na Independência de Cuba do domínio espanhol, ocorrida em 1898.

Assim, a música é considerada como uma canção de revolução e também de paz. Vale lembrar ainda que Guantanamera tem origem popular e foi ganhando várias versões ao longo do tempo.



O que significa guajira e guantanamera?


Vem descobrir de uma vez por todas o significado de guajira e guantanamera.

Guajira

A guajira, também conhecida como punto cubano, punto guajiro ou apenas punto, é um tradicional ritmo popular dos campos cubanos. Tem forte influência musical da região da Andaluzia, na Espanha, com a música feita por mestiços nascidos na América.

A principal característica da guajira é o seu ritmo dançante, com predominância dos instrumentos de cordas e letras com temática rural. Para melhor compreensão, seria o equivalente cubano à moda de viola brasileira.

Além disso, o termo guajiro significa camponês. Era a maneira como os colonizadores espanhóis se referiam aos indígenas da região de La Guajira, entre a Venezuela e a Colômbia, que eram capturados para escravizá-los nos campos.

Assim, guajira tem um significado duplo: tanto pode ser camponesa quanto se referir ao ritmo musical.

Logo, guajira guantanamera pode tanto significar algo como guarija de Guantánamo, em referência ao ritmo musical, quanto camponesa de Guantánamo. No caso da canção, a primeira opção é a mais provável.



Análise da música Guantanamera


Vamos dar uma olhada na versão mais popular de Guantanamera e seu significado?

Guantanamera, guajira guantanamera, (De Guantánamo, guajira de Guantánamo)

Yo soy un hombre sincero, (Eu sou um homem sincero)
De donde crece la palma. (De onde as palmeiras crescem)
Y antes de morir yo quiero (E antes de morrer eu quero)
Cantar mis versos del alma. (Lançar meus versos d’alma)


Como podemos ver, a canção começa seguindo a tradição da guajira. Um homem do campo fala em primeira pessoa sobre a necessidade de expressar seus sentimentos mais profundos antes de morrer.

É interessante notar que a palavra palma (palmeira) pode ter um duplo significado. Isso porque em 1903, o presidente de Cuba, Tomás Estrada Palma, assinou um acordo com Theodore Roosevelt, cedendo a Baía de Guantánamo para servir como base naval dos EUA.

Assim, o poeta também pode estar lamentando o acordo político feito por Palma, que Cuba acusa de ter sido imposto à força, e que desde 1959 é alvo de protestos no país.

Guantanamera, guajira guantanamera (De Guantánamo, guajira de Guantánamo)

Cultivo una rosa blanca (Cultivo uma rosa branca)
En junio como en enero. (Em junho como em janeiro)
Para el amigo sincero, (Para o amigo sincero)
Que me da su mano franca. (Que me estende a mão)


Na estrofe acima, o narrador utiliza a rosa branca — que representa valores como respeito, honra, amor e humildade —, como uma metáfora que simboliza a lealdade entre amigos.

Assim, ele afirma que, seja no inverno ou no verão, ele se mantém leal ao amigo sincero, que estende a mão para ajudá-lo quando precisa.

Guantanamera, guajira guantanamera, (De Guantánamo, guajira de Guantánamo)

Mi verso es de un verde claro, (Meu verso é de um verde-claro)
Y de un carmín encendido. (E de um carmim aceso)
Mi verso es un ciervo herido, (Meu verso é um cervo ferido)
Que busca del monte amparo. (Que busca refúgio na montanha)
Guantanamera, guajira guantanamera (De Guantánamo, guajira de Guantánamo)


Na última estrofe, o poeta utiliza figuras de linguagem que representam seus sentimentos.

Com referências que remetem à difícil vida no campo (o verde da vegetação em contraste com o vermelho do sangue quente), ele expressa o amor pela sua terra e sente-se como um cervo ferido que, revoltado e impotente, busca refúgio.
Os últimos versos também podem ser uma referência ao povo cubano em si, que estaria sofrendo inúmeras injustiças, sem ter a quem recorrer.



Contexto histórico


Surgida no início do século XX, Guantanamera se tornou famosa na década de 1960, quando o popular cantor estadunidense Pete Seeger apresentou a canção em um show em Nova York.
Um pouco antes, em 1959, aconteceu a Revolução Cubana. E uma das reivindicações que o governo cubano tem feito desde então é a saída dos EUA da Baía de Guantánamo, cuja base naval é considerada ilegal.
Dessa forma, a canção é utilizada como um hino de liberdade e como protesto contra a presença dos EUA em solo cubano.
Quem é o autor de Guantanamera?

Precisar um autor para a música Guantanamera original é tarefa quase impossível. Como vimos, a canção surge do folclore popular e, então, ganha inúmeras versões ao longo do tempo.

No entanto, historiadores afirmam que Joseíto Fernández foi o primeiro a gravar a canção, com letra adaptada dos versos de José Martí. Em 1928, com apenas 22 anos, o músico criou a melodia para Guajira Guantanamera, como a música se chamava na época.

Sobre a repercussão, ele comentou que “muitos pensam que nasci em Guantánamo, outros pensam que sou camponês e, sem dúvida, nem uma coisa e nem outra”.
Sucesso em Cuba

Na época, a guajira era uma febre local e vários compositores criavam suas guajiras para animar os bailes. Joseíto Fernández, então, compôs a Guajira Guantanamera, que se tornou um grande sucesso.

Conta-se que, na década de 40, havia um programa de rádio com tema policial, que alternava a dramatização das cenas com trechos musicais. Ao final de cada parte, era tocado o coro Guantanamera, guajira guantanamera.
Com a popularidade do programa, tornou-se comum as pessoas dizerem cantou uma Guantanamera pra mim, uma expressão que significa me contou um fato triste.



Outras versões da história


O musicólogo Tony Evora afirma que o primeiro a incorporar os versos de Martí na canção foi o compositor espanhol Julián Orbón.
Ele teria sido professor do cubano Héctor Angulo, em Nova York, que mostrou a versão do mestre para Pete Seeger. E, assim, a música ganhou o mundo.


Outras versões que circulam dizem que o autor teria sido um camponês que vivia em Guantánamo. Poeta e radialista, ele encerraria seu programa com uma determinada melodia e, depois, com versos de José Martí, inspirado pela beleza das mulheres da cidade.



A versão do The Sandpipers


Uma das versões mais famosas de Guantanamera é a do grupo estadunidense The Sandpipers. Lançada em 1966, a canção é ligeiramente diferente e traz versos cantados em espanhol e inglês.

A música alcançou o primeiro lugar nas paradas de sucesso dos EUA naquele ano e conquistou sucesso mundial.

Fonte: Analisando letras · Por Renata Arruda

¡El cantante Ray Titto y su guitarra de santería!




A santeria cubana é uma religião da nação Yorubá muito popular não só em Cuba, como em muitos países da América Latina. Isso porque ela representa a fusão entre a tradição folclórica trazida pelos escravos africanos e as práticas católicas impostas pelos colonizadores espanhóis.

Apesar de pesquisadores afirmarem que a utilização de santos católicos era apenas uma maneira de burlar o sistema escravista, a santeria cubana carrega elementos do sincretismo religioso. Além disso, a religião afro-cubano também cultua um Deus superior e divindades sagradas que atendem músicos da noite e todos os seres humanos.


segunda-feira, 5 de agosto de 2019

PILMAIKEN SIN REPRESAS.



"Como Colocolinos Conscientes entendemos que el futbol tambien tiene que ser una herramienta de organización social en torno a las legitimas demandas de los pueblos oprimidos.
Hoy en solidaridad con los Lof en resistencia del Rio Pilmaiken, nos manifestamos y nos posicionamos en contra de la empresa Noruega STATKRAFT y contra el Estado Chileno quienes a traves de sus genocidas centrales Hidroelectrica profanan y usurpan el territorio Mapuche Williche. Declaramos nuestro más rotundo rechazo a la construccion de las 2 represas que intentaran construir precisamente este mes de agosto donde se inundaran un cementerio Mapuche y el territorio Sagrado donde posa el Ngen Mapu Kintuante.
Exijimos el retiro inmediato de la empresa STATKRAFT del rio Pilmaiken, y de la fuerza represiva que hostiga dia a dia con violencia y represión a la decidida resistencia Mapuche Williche".

Fentxen newen kom pu peñi ka pu lagmien.
MARRICHIWEW YAYAYAYAYA

HINCHADA MAPUCHE

quarta-feira, 3 de abril de 2019

A dona da ciranda, Lia de Itamaracá



Aos 75 anos, completados em 12 de janeiro deste ano de 2019, Lia de Itamaracá começou a gravar o quarto álbum de discografia espaçada iniciada em 1977 com a edição do LP A rainha da ciranda.
A cantora e compositora pernambucana entrou em estúdio nesta primeira semana de abril, no Recife (PE), para pôr voz em músicas do disco produzido pelo DJ Dolores. Essencialmente inédito, o repertório é formado por músicas como Companheiro da solidão.

O álbum é o primeiro de Maria Madalena Correia do Nascimento – nome de batismo dessa artista nascida em 1944 – desde Ciranda de ritmos(2008). Yuri Queiroga, Lucas dos Prazeres e Benke Teixeira participam do disco.
Para quem não liga o nome à música, Lia de Itamaracá é artista identificada primordialmente com a ciranda, como explicitam os títulos dos discos da cantora. Além deste ritmo associado à dança e às águas de Pernambuco (em especial às da Ilha de Itamaracá), a artista também costuma dar voz a cocos e maracatus.



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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

A Zamba



A zamba é o nome que se dá a um gênero musical e um tipo de dança folclórica característico da região do Noroeste da Argentina. Zamba pode ter um compasso de 6/8, de 3/4 ou uma combinação de ambas que deriva das colônias europeias na América. Os europeus chamavam zambas às mulheres mestiças que descendiam de negros e aborígenes ( quando o termo aborígene se refere a uma pessoa, é usado para fazer alusão aos primitivos moradores de um território, pelo que se contrapõe àqueles que se estabeleceram posteriormente na região) ao passo que os homens na mesma situação eram denominados zambos.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

VIII FESTIVAL DE DANÇA SOLIDÁRIA DE BRASÍLIA NA FUNARTE


Ray Titto e Os Calabares no VIII Festival de Dança Solidária de Brasília!

O VIII Festival de Dança Solidária de Brasília será apresentado no dia 1 de Novembro no Teatro Plínio Marcos - Funarte Brasilia. Confira!
Data: 1 de Novembro, Quarta
Hora: 20h
Local: Funarte - Teatro Plínio Marcos (Eixo Monumental)

O Festival de Dança Solidária de Brasília, que nasceu da iniciativa das dançarinas Maria Vilarinho e Maria Helena Muniz em 2009 e surgiu da necessidade de dirimir as fronteiras de grupos de dança que têm como foco a inclusão da dança na vida das pessoas da terceira idade e pessoas com deficiência e comunidade . Estes grupos e instituições, durante todo ano, dedicam-se ao ensino da dança promovendo qualidade de vida, para pessoas com diversas deficiências e que têm como proposta valorizar e fomentar o diálogo entre as várias faixas etárias e situações enfrentadas por esta população. Um dos reconhecimentos deste trabalho é esta oportunidade e possibilidade da troca de experiências entre eles e para que apresentem seus resultados dos projetos de apresentações, num evento cultural e público, com cobertura da mídia escrita e falada e ao mesmo tempo fomentar a troca com grupos de dança de Brasília. O festival é beneficente e todos os alimentos arrecadados serão doados para famílias carentes, através do mutirão Chico Xavier. Nesta edição estarão em cena vinte e sete grupos de várias estéticas.
Ingressos
Entrada 1 kg de alimento não perecível